Balneário Camboriú
Clínica San Carlo
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Manejo da perda de mobilidade após lesões, cirurgias ou imobilizações prolongadas. O tratamento começa pela fisioterapia dirigida e pelo controle da dor e do inchaço; quando o movimento deixa de evoluir, procedimentos como a liberação artroscópica podem ser indicados.
A rigidez do joelho é a perda da capacidade de dobrar ou de esticar a perna por completo.
Ela pode aparecer depois de uma lesão, de uma cirurgia, como a reconstrução de ligamento, a prótese de joelho ou a fixação de uma fratura, ou de um período longo de imobilização.
Artrofibrose é o nome da forma em que o próprio organismo produz tecido cicatricial em excesso dentro e ao redor da articulação. Esse tecido endurece a cápsula do joelho e forma aderências que limitam o movimento. Em alguns casos, a cicatriz fica localizada, como na chamada lesão ciclope: um nódulo de tecido fibroso que pode se formar na frente do enxerto após a reconstrução do ligamento cruzado anterior e bloquear a extensão.
Nem toda rigidez é artrofibrose. Dor mal controlada, inchaço persistente, fraqueza muscular, posição inadequada de enxerto ou implante e infecção também limitam o movimento, e cada causa tem um tratamento diferente.
A perda da extensão, mesmo pequena, costuma incomodar muito no dia a dia, porque o joelho precisa esticar por completo para uma caminhada eficiente.
Na avaliação, eu meço o movimento do joelho com um goniômetro, comparo com o outro lado e reviso a história: qual lesão ou cirurgia aconteceu, como foi a reabilitação e quando o movimento parou de evoluir.
A radiografia mostra a posição de implantes e de túneis ósseos e possíveis bloqueios de osso. A ressonância magnética identifica tecido cicatricial, lesão ciclope e outras causas. Quando há suspeita de infecção, exames de sangue e, às vezes, a análise do líquido da articulação fazem parte da investigação.
Prevenir a rigidez faz parte de todo tratamento do joelho: movimento precoce, controle do inchaço e da dor e adesão à fisioterapia.
Quando a rigidez já está instalada, o tratamento começa por:
O ritmo é ajustado caso a caso: exercícios feitos com dor intensa podem aumentar a inflamação e piorar a rigidez.
Quando o movimento deixa de evoluir apesar de um tratamento conservador bem conduzido, alguns procedimentos podem ser indicados:
A fisioterapia começa logo após o procedimento, porque manter o movimento ganho é tão importante quanto obtê-lo.
A recuperação da rigidez costuma ser gradual, ao longo de semanas a meses.
Após a liberação, a fisioterapia é intensiva nas primeiras semanas, com controle rigoroso da dor e do inchaço.
O resultado varia de pessoa para pessoa e depende da causa, do tempo de rigidez e da resposta do organismo.
Mesmo uma recuperação parcial do movimento pode fazer diferença para caminhar, sentar e subir escadas.
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Nas primeiras semanas, alguma rigidez é esperada, e o movimento vai sendo recuperado com a fisioterapia. O sinal de alerta é quando o ganho de movimento para de evoluir ou regride. Nesse caso, a avaliação deve ser antecipada.
Porque o joelho precisa esticar por completo para uma caminhada eficiente. Mesmo uma pequena perda de extensão faz a pessoa mancar, sobrecarrega a musculatura da coxa e pode causar dor na frente do joelho.
Não necessariamente. Exercícios feitos com dor intensa podem aumentar a inflamação e piorar a rigidez. O ganho de movimento deve ser progressivo e ajustado à resposta do joelho.
Pode, principalmente se a inflamação não for controlada ou se a reabilitação for interrompida. Por isso, a fisioterapia começa logo após o procedimento e o acompanhamento é próximo nas primeiras semanas.
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Agende uma avaliação com o Dr. Fernando Hehn, ortopedista especialista em joelho em Balneário Camboriú e Itapema, e entenda o melhor caminho de tratamento para o seu caso.